terça-feira, 23 de novembro de 2010

8 ou 80

quem ler o meu blog há-de achar que sou maluca, mas não. sou balança.
bom mesmo é chegar da faculdade cedissímo e aninhar-me num Mundo que só eu tenho acesso; ouvir a chuva lá fora conforta-me e faz-me levitar em pensamentos que só eu posso ter, e, sou eu, posso saber tê-los.

domingo, 21 de novembro de 2010

(ainda) existem pessoas especiais

sempre que te vir vai acontecer-me isto, não vai?
começo a temer que sim.

sábado, 20 de novembro de 2010

conta-me de ti .

gosto quando divago em memórias que não devia ter, em pessoas que não posso amar, em medos que não consigo enfrentar. gosto de, em determinadas alturas, (não) saber distinguir o que está certo do que está errado, e atirar-me de cabeça, sem pensar. gosto de chegar atrasada e de ser pontual. gosto de andar à chuva e de um bom dia de praia. gosto do preto, e do branco. gosto de conquistar e de ser conquistada.

gosto de tudo, e de nada.

marilyn monroe

" mulheres comportadas, raramente fazem história. " certo!

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

OBRIGADA, JOÃO.



obrigada por ouvires cada palavra, por (me) abraçares nas alturas certas, por sorrires de uma forma tão calorosa. os teus olhos são uma bussola para mim, a tua opinião torna-se cada vez mais importante. tornaste-te tanto, em tão pouco. se há coisas que aprendi contigo foi que os sonhos existem para serem alcançados e que o impossível só aos fracos faz sentido. mereçes o Mundo e tudo o que de bom ele tem para dar.
nunca te esqueças, estou aqui. para Tudo.


sabes, já não me via sem ti.
és um anjo.

o lado complexo.

habituei-me a estar só. a contar comigo, e só comigo, para fazer planos, para traçar objectivos. habituei-me a fazer o que quero, quando quero. a estar com quem quero, sem grandes justificações ou razões. sem pensar que pertenço a alguém, e que, alguém me pertence a mim. prefiro levar as coisas sem obrigações, como quem trabalha porque gosta e não por necessidade. há coisas que não se controlam, e eu, acho que não estou preparada para perder, assim, a minha liberdade. lembro-me de ouvir que quando nada é garantido tem mais piada, que torna cada palavra mais especial quando dita ao ouvido e no silêncio do momento. sigo como se de uma filosofia ou religião se tratasse. porém, também te digo, se fosses o amor da minha vida, nada disto faria sentido, quebrava todas as regras, movia todos os Mundos. mas, como, ainda, não és, tenho medo. medo esse que me impede de ser Eu num todo. o passado ensinou-me a dar muito valor ao Amor, a não o banalizar. a apenas deixar entrar no coração quem eu tenha certezas que não mo vai partir em bocadinhos microscópicos. não tenho vontade, nem tempo, para o (re)construir depois. a frieza talvez seja a arma que mais perto está, mas usarei sempre o sorriso como escudo, e o abraço como bomba.
apenas os resistentes, os verdadeiros guerreiros, sobrevivem. serás tu um?

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

as pedras soltas escondem o caminho


" nada parece ser o que é.
também eu já me perdi sozinho,

olhos fechados e nenhuma fé. "

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

a sinceridade de um amor

a calma de um respirar, a fúria de um susto, a perplexidade do sentido das tuas palavras

(..)

tudo isto, faz parte.