i'll be back so soon, you won't have time to miss me.
look after my heart - i've left it with you.
. love you, for always
quarta-feira, 31 de março de 2010
terça-feira, 30 de março de 2010
não é só imaginação.
comparar este sentimento ao vento parece-me uma ideia bastante coerente: nós não o vimos, mas sentimo-lo. sentimo-lo com a maior força. como se ele fosse a base que suporta tudo o resto. ele já me suportou. já suportou medos, inseguranças, ausências. já enfrentou guerras arriscadas e perdeu. (ficou desfeito em pedaços, mas o tempo ajuda sempre a colar. pelo penos o suficiente para continuar.) já sorriu com tanta intensidade quanto o brilho do sol, ou com tanto contraste quanto o brilho da lua. já passou por tanto, e sabem que mais? irá estar preparado para tudo o que vier. o amor é isto mesmo , uma adaptaçao às situações. um desafio que poucos aceitam. e eu, já aceitei.
saberei sempre como demostra-lo. e se, por acaso, não souber: invento. valerá sempre a pena.
é um misto de sensações que nunca, nada nem ninguém, conseguirá explicar. é muito mais do que se sabe. afinal de contas, sentir é, e sempre será, mais do que saber.
looking back , over my shoulder
" odiei-te apenas por me fazeres desejar-te tanto. "
amores destes já não existem, muito menos se fabricam. nascem connosco.
amores destes já não existem, muito menos se fabricam. nascem connosco.
sexta-feira, 26 de março de 2010
conversas cruzadas
foi o "mais ou menos" mais duro de se ouvir.
quinta-feira, 25 de março de 2010
love is..
.. when you miss him even before he leaves, when you could listen to him talk all night and never get tired of hearing his voice, when the sound of his name send chills down your spine, and you see his smile the second you close your eyes. (..)
nunca
« não podia ser de outra maneira . é a sorte, é a sina. uma mão cheia de nada, e o mundo à cabeceira (..) eu nunca me esqueci de ti . »
terça-feira, 23 de março de 2010
sábado, 20 de março de 2010
you
olhares que queimam, segredos que não se contam.
sexta-feira, 19 de março de 2010
nunca ri tanto como agora, e mesmo com a tua ausência, sou feliz. arriscaria a dizer que sou, como nunca outrora fui.
rolling stones
Não tenho medo de permanecer no chão, há quem diga até que, tem uma vista melhor. É quando estás no fundo que vês, e sentes, o Mundo de outra forma. Uma forma mais real. Autêntica. E sem medos, de nada. Não espero que mão alguma me agarre, sozinha hei-de conseguir erguer-me.
quinta-feira, 18 de março de 2010
um resto de tudo
" Sou um ser que odeias mas que gostas de amar ,
como um barco perdido à deriva no mar.
A vida que levas de novo outra vez ,
o Mundo que gira sempre a teus pés .
Sou a palavra amiga que gostas de ouvir,
a sombra esquecida que te viu partir.
(..)
A voz da tua alma que te faz levitar,
o átrio da escada para tu te sentares.
Sou as cartas rasgadas que tu não lês
a tua verdade, mostrando quem és. "
como um barco perdido à deriva no mar.
A vida que levas de novo outra vez ,
o Mundo que gira sempre a teus pés .
Sou a palavra amiga que gostas de ouvir,
a sombra esquecida que te viu partir.
(..)
A voz da tua alma que te faz levitar,
o átrio da escada para tu te sentares.
Sou as cartas rasgadas que tu não lês
a tua verdade, mostrando quem és. "
quarta-feira, 17 de março de 2010
nails
comparava esta situação a nós. não adianta ir pondo por cima cada vez mais amor, atenção e carinho, na tentativa de tapar falhas. elas estão lá, e mais cedo ou mais tarde vão revelar-se. basta um toque mal executado, e vai-se tudo. estamos a um passo do borrão.
ups!
ups!
estavamos , (..) .
por vezes, voltar atras, corrigir erros antigos, começar de novo, compensa muito, mas mesmo muito mais. pelo menos nas unhas assim o é, e acredito que seja assim em.. (quase) tudo.
terça-feira, 16 de março de 2010
falar de ti
todos os outros falam, todos os outros pensam, mas sou eu que sinto.
sei que cada passo que dou é dado por inteiro, sem duvidas ou porquês.

às vezes é melhor parar um pouco, e escutar o que o nosso coração tem a dizer.
eu faço isso muitas vezes, e não me arrependo. nunca nos devemos arrepender de decisões que foram tomadas de acordo com as leis da máquina que nos faz viver. se o fizermos, seria como negar quem somos, o que queremos. bem como as nossas regras e valores. se deixou de fazer sentido? acontece frenquentemente, mas não é razão para querermos apagar, ou rasgar, páginas de um livro que, afinal, é o nosso - a própria vida. seja bom, seja mau, nunca salto capitulos. acho-os importantes para o meu enriquecimento enquanto pessoa. torna-me mais forte, mais capaz de enfrentar o Final que pode ser, ou nao, feliz. mas é o meu, e isso, ninguém muda.
eu faço isso muitas vezes, e não me arrependo. nunca nos devemos arrepender de decisões que foram tomadas de acordo com as leis da máquina que nos faz viver. se o fizermos, seria como negar quem somos, o que queremos. bem como as nossas regras e valores. se deixou de fazer sentido? acontece frenquentemente, mas não é razão para querermos apagar, ou rasgar, páginas de um livro que, afinal, é o nosso - a própria vida. seja bom, seja mau, nunca salto capitulos. acho-os importantes para o meu enriquecimento enquanto pessoa. torna-me mais forte, mais capaz de enfrentar o Final que pode ser, ou nao, feliz. mas é o meu, e isso, ninguém muda.
segunda-feira, 15 de março de 2010
concurso
não quero andar numa canoa, cujos remos se perderam.
sei que não posso mudar de céu, mas posso saltar de nuvem.
o teu olhar, hoje, congelou-me por completo.
"Sigo o meu caminho como se não pudesse mudar de rota." , esta frase ficou às voltas na minha cabeça, depois dos nossos olhares se cruzarem, depois dos nossos sorriso terem sido esboçados na direcção um do outro. senti um arrepio na espinha, daqueles que só tu propocionas. o teu sorriso, na minha direcção, virou todo o meu coração ao contrário. como se do meu peito saisse e voasse até ti. e assim permencesse, por tempo incerto. dono de uma pureza que só nós sabemos, este sentimento atravessa todos os meus sentidos.
onde estás, meu amor? porque trocaste a cumplicidade por olhares quase estranhos? porque te escondeste na distância após tudo o que vivemos? a magia continua presente, só tens de ser bom mágico e deixar de usar truques falsos.
fazes-me falta, pan, a todos os segundos.
tenho saudades,
a tua B.
onde estás, meu amor? porque trocaste a cumplicidade por olhares quase estranhos? porque te escondeste na distância após tudo o que vivemos? a magia continua presente, só tens de ser bom mágico e deixar de usar truques falsos.
fazes-me falta, pan, a todos os segundos.
tenho saudades,
a tua B.
domingo, 14 de março de 2010
Andorra maltinha, Andorra
vá lá dias, passem depressa :$
a lista de disparates, de roupas e amizades, está já pensada!
a lista de disparates, de roupas e amizades, está já pensada!
sábado, 13 de março de 2010
i don't think. i feel.
. could you give me back my heart ?
quinta-feira, 11 de março de 2010
lê
" Às vezes é preciso mudar o que parece não ter solução, deitar tudo abaixo para voltar a construir do zero, bater com a porta e apanhar o último comboio no derradeiro momento e sem olhar para trás, abrir a janela e jogar tudo borda fora, queimar cartas e fotografias, esquecer a voz e o cheiro, as mãos e a cor da pele, apagar a memória sem medo de a perder para sempre, esquecer tudo, cada momento, cada minuto, cada passo e cada palavra, cada promessa e cada desilusão, atirar com tudo para dentro de uma gaveta e deitar a chave fora, ou então pedir a alguém que guarde tudo num cofre e que a seguir esqueça o segredo. "
abcdefghjklmnopqrstuvxz
hoje, encontrei a carta que te escrevi há dois anos no teu aniversário. o meu coração apertou, enrolou e gritou, gritou num silêncio mudo. meu Deus, que palavras duras de ler, principalmente porque tenho plena consciência de que, tudo o que lá está escrito, não mudou. nem uma única parte. vou saber estar sempre aqui, porque eu sinto e sei que, os nossos laços são fortes demais para serem quebrados. laços insubstituiveis, ouviste? memórias que ficarão na minha, e na tua, memória, para sempre. é promessa.
se eu vivo de recordações? não, mas são elas que fazem de mim o que sou hoje.
saudades? imensas
se eu vivo de recordações? não, mas são elas que fazem de mim o que sou hoje.
saudades? imensas
não mandamos no coração, apesar de o posuirmos.
a vida mostrou-me várias faces, vários medos, vários sonhos. agarrei cada um como se fosse o último, o mais desejado, o único. agarrei-te a ti. e agora não te quero deixar ir. prendo-me em ti, enrolo cada pedaço do que sou a cada que és. somos a mistura perfeita, hoje e sempre. tenho-te como um anjo que desceu à terra para me proteger do que quer que seja.
tens medo? não tenhas. sorri comigo, minha eterna ternura.
tens medo? não tenhas. sorri comigo, minha eterna ternura.
quarta-feira, 10 de março de 2010
fala-me ao coração
ouve, escuta com atenção o que te digo.
quero contar-te um segredo.
- posso, meu amor?
quero contar-te um segredo.
- posso, meu amor?
segunda-feira, 8 de março de 2010
(sem título)
Há quanto tempo perdeste o norte?
Em quanto tempo esqueces quem amas?
Fingir nunca foi o teu forte,
Se é ainda o meu nome que chamas.
. Biologia, 08032010
Em quanto tempo esqueces quem amas?
Fingir nunca foi o teu forte,
Se é ainda o meu nome que chamas.
. Biologia, 08032010
" Recortei a luz da lua
E colei num papelão
Escrevi teu nome na rua
E fiz-te um coração
Encontrei-te na rua
Nem me deste atencao
Eu nao sei qual é a tua
Coracao de papelão. "
sábado, 6 de março de 2010
Bombeiros Voluntários do Barreiro.
uma semana cheia de emoções.
apesar das horas, do cansaço diario, do esforço exercido por todos, é sem duvidas, uma experiência a repetir.
apesar das horas, do cansaço diario, do esforço exercido por todos, é sem duvidas, uma experiência a repetir.
quinta-feira, 4 de março de 2010
afinal, é possivel.
nunca pensei um dia conseguir sentir-me assim: livre.
quando não existe vontade, não existe esforço.
e eu, não o fiz.
quando não existe vontade, não existe esforço.
e eu, não o fiz.
quarta-feira, 3 de março de 2010
se não me seguram, dou cabo de ti.
" oh, meu rapazinho, és fraco para mim. "
- Deolinda.
- Deolinda.
terça-feira, 2 de março de 2010
por amor de Deus.
(..) e, no fim, é como se nada tivesse acontecido.
viva o cinismo. viva!
viva o cinismo. viva!
segunda-feira, 1 de março de 2010
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