comparar este sentimento ao vento parece-me uma ideia bastante coerente: nós não o vimos, mas sentimo-lo. sentimo-lo com a maior força. como se ele fosse a base que suporta tudo o resto. ele já me suportou. já suportou medos, inseguranças, ausências. já enfrentou guerras arriscadas e perdeu. (ficou desfeito em pedaços, mas o tempo ajuda sempre a colar. pelo penos o suficiente para continuar.) já sorriu com tanta intensidade quanto o brilho do sol, ou com tanto contraste quanto o brilho da lua. já passou por tanto, e sabem que mais? irá estar preparado para tudo o que vier. o amor é isto mesmo , uma adaptaçao às situações. um desafio que poucos aceitam. e eu, já aceitei.
saberei sempre como demostra-lo. e se, por acaso, não souber: invento. valerá sempre a pena.
é um misto de sensações que nunca, nada nem ninguém, conseguirá explicar. é muito mais do que se sabe. afinal de contas, sentir é, e sempre será, mais do que saber.
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