segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

e assim se passa o tempo

e faz amanhã 10 anos que o teu rosto deixou de ser visto, e passou a ser, para sempre, lembrado.

onde quer que estejas, sei que estás comigo. guias-me, levas-me pela mão, mostras-me caminhos que, eu, nunca pensei chegar. guardo na lembrança o teu sorriso, sincero, único.
para ti, cantarei sempre. ainda que mal, ainda que desafinada, sempre gostaste. não havia nada mais genuino que uma inocente criança, em cima de uma cadeira, a cantar, com os seus pequenos caracóis, olhos verdes e espontaneidade que até hoje perdura. até hoje, e (..) até sempre.

não é só a ausência da presença que me preenche,
é também a angústia da saudade.

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