domingo, 17 de abril de 2011

Quando olho a minha janela, não vejo só uma paisagem constituída por prédios onde são vividas vidas cada uma a seu jeito; não vejo só pessoas a passar com os seus pensamentos, muito menos me limito apenas a observar os tantos carros que já nem sinto cruzar. Vejo um horizonte que me inspira, que me delimita objectivos. Vejo um futuro, quiçá. Vejo que o sol brilha em cima, e põe-se em baixo. Sinto o cheiro a liberdade que é absorvido por todos os meus poros. Fecho os olhos. Inspiro. É isto que quero para mim. Ser feliz. Amo-te.

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